"São páginas de um diário que expressam o "eu", focadas nas descobertas, nas experiências que falharam, nas alegrias que se concretizaram, nos medos e nas procuras inerentes a um corpo de mulher e ao seu papel numa luta contra os padrões estereotipados pela sociedade. São gritos que não se calaram e medos que não sufocaram. Uns ganharam forma, outros imprimem o que são. São a minha casa, são abrigo para devaneios. Em certas circunstâncias um ninho enclausurado. O espaço que mutila. Eu sou o que eles são. Eles o que eu sou.", Alexandra Barbosa.










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