Em 20 colagens, João Pedro Lomelino constrói espaços onde a marca humana do tempo deambula nos tons desbotados do papel, nas figuras de um passado familiar, na apreensão do carácter finito do ser. A obra é um veículo de dualidade onde este passado assumidamente finito é feito de novo presente. Uma nova realidade que expõe a semelhança do essencial e o absurdo do tempo face ao espaço.










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